Aqui ninguém paga meia. Tem que ser bilheteiro, diretor, oficineiro, ator, cenógrafo, bonequeiro, figurinista, produtor, palhaço, divulgador, e panfleteiro, porque aqui ninguém paga meia, o nosso Mundin é inteiro. No nosso Mundin há facilitadores, Romeus e Julietas, há sapos virando reis e princesas virando sapos, há Shakespeare apaixonado, Clarisses e homens d’agua, mágicos ilusionistas. No nosso Mundin cabe tudo isso e muito mais. Cabe o teatro que buscamos, o absurdo do absurdo, o Pândego, o Teatro de Mentira, o não original, o extraordinário e o ordinário, o espetacular e o espetaculoso, o erro, o aplauso, a vaia, a brandura e, sobretudo, a ironia. Pode parecer egoísta criar o nosso próprio Mundin para fazer o nosso próprio teatro, mas é nesse Mundin que cada conta desse colar bonito e desenfeitado transforma seu palco de papelão em palco de realização.
Aqui ninguém paga meia. Tem que ser bilheteiro, diretor, oficineiro, ator, cenógrafo, bonequeiro, figurinista, produtor, palhaço, divulgador, e panfleteiro, porque aqui ninguém paga meia, o nosso Mundin é inteiro.
ResponderExcluirNo nosso Mundin há facilitadores, Romeus e Julietas, há sapos virando reis e princesas virando sapos, há Shakespeare apaixonado, Clarisses e homens d’agua, mágicos ilusionistas.
No nosso Mundin cabe tudo isso e muito mais. Cabe o teatro que buscamos, o absurdo do absurdo, o Pândego, o Teatro de Mentira, o não original, o extraordinário e o ordinário, o espetacular e o espetaculoso, o erro, o aplauso, a vaia, a brandura e, sobretudo, a ironia.
Pode parecer egoísta criar o nosso próprio Mundin para fazer o nosso próprio teatro, mas é nesse Mundin que cada conta desse colar bonito e desenfeitado transforma seu palco de papelão em palco de realização.